{"id":75152,"date":"2021-11-20T11:45:29","date_gmt":"2021-11-20T11:45:29","guid":{"rendered":"https:\/\/www.federacao-triatlo.pt\/ftp2015\/?p=75152"},"modified":"2021-11-20T11:45:29","modified_gmt":"2021-11-20T11:45:29","slug":"a-presidencia-de-vasco-rodrigues-de-2016-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.federacao-triatlo.pt\/ftp2015\/a-presidencia-de-vasco-rodrigues-de-2016-2021\/","title":{"rendered":"A presid\u00eancia de Vasco Rodrigues de 2016-2021"},"content":{"rendered":"<p><strong>Rescaldo dos cinco anos de mandato da Federa\u00e7\u00e3o de Triatlo de Portugal.<\/strong><br \/>\n<!--more-->Do programa eleitoral \u00e0 pr\u00e1tica h\u00e1 uma dist\u00e2ncia que \u00e9 por vezes dif\u00edcil de colmatar. A integra\u00e7\u00e3o do novo executivo \u00e9 um processo gradual que pretende implementar novos des\u00edgnios com h\u00e1bitos e pol\u00edticas enraizadas.<\/p>\n<p>Durante os cinco anos da presid\u00eancia de Vasco Rodrigues, a Federa\u00e7\u00e3o tentou retirar da sua gest\u00e3o o exclusivo do alto rendimento e de um calend\u00e1rio nacional compacto com o objetivo de adquirir capacidade para diversificar os caminhos da modalidade em Portugal.<\/p>\n<p>O projeto global de gest\u00e3o deve ser flex\u00edvel para que possa adaptar-se parceiros, clubes, marcas ou comunica\u00e7\u00e3o social. <strong>\u00abNo programa eleitoral constava uma proposta de um circuito ib\u00e9rico para garantir mais pessoas para a modalidade e organizar provas mais competitivas, mas rapidamente percebemos a sua inviabilidade\u00bb,<\/strong> afirma Vasco Rodrigues, acrescentando que houve duas situa\u00e7\u00f5es adversas, a primeira era que <strong>\u00aba Federa\u00e7\u00e3o Espanhola de Triatlon tinha um calend\u00e1rio pr\u00f3prio e uma dire\u00e7\u00e3o diferente do que queria implementar\u00bb<\/strong>, sendo a segunda \u00ab<strong>o modelo de dif\u00edcil financiamento<\/strong>\u00bb.<\/p>\n<h3><strong>O Alto Rendimento: a constru\u00e7\u00e3o do modelo <\/strong><\/h3>\n<p>Colocando de parte o Circuito Ib\u00e9rico, e iniciando uma rela\u00e7\u00e3o s\u00f3lida com a European Triathlon Union (ETU) e, posteriormente, com a International Triathlon Union (ITU), construiu-se a possibilidade de realizar em Portugal tr\u00eas Ta\u00e7as da Europa, beneficiando o alto rendimento. \u00ab<strong>O objetivo n\u00e3o era retirar dividendos financeiros, mas conseguir oportunidades competitivas importantes para os atletas, incluindo os nossos juniores que beneficiaram com a experi\u00eancia, o que contribuiu, entre outras coisas, para os sucessos internacionais dos atletas mais novos.\u00bb<\/strong> Jo\u00e3o Nuno Batista conquistou o t\u00edtulo de vice-campe\u00e3o do mundo de triatlo j\u00fanior na segunda prova internacional em que participou, consguindo vantagem do grupo de treino e de atletas j\u00e1 com rodagem internacional. <strong>\u00abAtualmente somos considerados um dos melhores pa\u00edses ao n\u00edvel da forma\u00e7\u00e3o no escal\u00e3o masculino, sendo uma mais-valia para todos, porque os bons resultados espalham-se\u00bb. <\/strong><\/p>\n<p>Vasco Rodrigues explicou que quando entrou na FTP, havia um modelo representa\u00e7\u00e3o nacional, na consequ\u00eancia da incapacidade financeira da FTP em levar os atletas a provas internacionais. Apesar do princ\u00edpio correto, como avalia o presidente, os atletas n\u00e3o se encontravam em igualdade de circunst\u00e2ncias. As provas escolhidas, se focadas no objetivo de subir no ranking, podiam n\u00e3o ser as mais interessantes do ponto de vista competitivo. Em 2017, as representa\u00e7\u00f5es nacionais foram significativamente reduzidas, substituindo-se por uma oferta construtiva de provas integradas no calend\u00e1rio criado pela federa\u00e7\u00e3o. Com a realiza\u00e7\u00e3o da maioria das competi\u00e7\u00f5es em casa, pois, al\u00e9m das tr\u00eas Ta\u00e7as da Europa, a FTP\u00a0 foi tamb\u00e9m introduzido o escal\u00e3o de Elites nos Campeonatos Nacionais Individuais de Triatlo, perfazendo um total de cinco provas ao n\u00edvel da Ta\u00e7a da Europa onde s\u00f3 participam os melhores triatletas, na esmagadora maioria de nacionalidade portuguesa.\u00a0 A diferencia\u00e7\u00e3o implementada no escal\u00e3o de elites nas dist\u00e2ncias standard e sprint permitiu a introdu\u00e7\u00e3o de mais uma prova em solo nacional de n\u00edvel competitivo elevado, onde s\u00e3o aplicadas as regras internacionais de <em>overlap<\/em>. <strong>\u00abApesar de n\u00e3o ser consensual, continuo convicto que o esfor\u00e7o financeiro que fizemos num n\u00famero alargado de atletas foi uma forma de alimentar atletas menos jovens de segunda linha. Sem n\u00edvel competitivo para ter acesso a Ta\u00e7as do Mundo ou WTCS podem optar por participar em Ta\u00e7as da Europa, sendo tamb\u00e9m esses atletas que, ao competir com os mais novos, os ir\u00e3o beneficiar com a sua experi\u00eancia competitiv<\/strong>a\u00bb, afirma Vasco Rodrigues.<\/p>\n<p>Com uma estrat\u00e9gia montada com sucesso, e com os altos e baixos do alto rendimento, o presidente, que agora cessa fun\u00e7\u00f5es, defende que \u00e9 complicado gerir o alto rendimento em Portugal. Por um lado, os clubes e treinadores nacionais apresentam um n\u00edvel e capacidade invej\u00e1veis de gerar campe\u00f5es a n\u00edvel internacional, podendo considerar-se um verdadeiro caso de estudo.\u00a0 Por outro lado, a dificuldade de gerir diferentes personalidades de treinadores que pretendem ascender ao topo mundial, cria clivagens dif\u00edceis de ultrapassar. <strong>\u00abApost\u00e1mos fortemente na forma\u00e7\u00e3o de treinadores, quase todos atletas de alto rendimento. Existem em Portugal v\u00e1rios treinadores com o objetivo de serem os melhores do mundo e que enquadram tecnicamente grupos de treino muito competitivos\u00bb,<\/strong> explica Vasco Rodrigues.<\/p>\n<h3><strong>A descentraliza\u00e7\u00e3o das provas do calend\u00e1rio de Triatlo <\/strong><\/h3>\n<p>Em 2016 mais de 50% dos funcion\u00e1rios da FTP estavam afetos a tempo inteiro ao quadro competitivo (cinco de 12 pessoas trabalhavam a tempo inteiro para as competi\u00e7\u00f5es, \u00e0s quais se acrescentava mais duas dedicadas o alto rendimento e ainda duas que coordenavam as \u00e1reas administrativa-financeira dedicados \u00e0s provas. O pr\u00f3prio Vasco Rodrigues explica que quando era diretor de competi\u00e7\u00f5es organizava quase a totalidade provas do calend\u00e1rio. <strong>\u00abEra muito importante implementar a regionaliza\u00e7\u00e3o e aumentar o n\u00famero de delegados t\u00e9cnicos \u00e0s provas, libertando os t\u00e9cnicos da FTP para desenvolver trabalho noutras \u00e1reas fundamentais para a afirma\u00e7\u00e3o nacional e internacional do triatlo. Para al\u00e9m de que o monop\u00f3lio das provas retirava espa\u00e7o \u00e0 iniciativa privada muito importante para o desenvolvimento da modalidade\u00bb. <\/strong><\/p>\n<p>Os delegados regionais foram outra aposta federativa de modo a colmatar a falta de provas fora da grande Lisboa. Sem experi\u00eancias significativas de Triatlo, os atletas eram oriundos de outras modalidades como a corrida, a nata\u00e7\u00e3o ou ciclismo. \u00ab<strong>Apost\u00e1mos fortemente nos delegados regionais que desempenharam um papel fundamental na congrega\u00e7\u00e3o das comunidades de clubes e do Triatlo Jovem do Norte e do Sul e tamb\u00e9m na regi\u00e3o centro. Al\u00e9m disso, era importante aumentar o n\u00famero de provas sem sobrecarregar a estrutura interna. Apost\u00e1mos fortemente na regionaliza\u00e7\u00e3o, assumindo custos e selecionando as pessoas certas que desenvolveram um trabalho fant\u00e1stico.\u00bb<\/strong> A din\u00e2mica regional retirou participantes \u00e0s provas nacionais, oferecendo-lhes maior seguran\u00e7a e proporcionando aos atletas mais jovens um ambiente menos competitivo que permitissem experi\u00eancias agrad\u00e1veis de Triatlo.<\/p>\n<h3><strong>Outras \u00e1reas do Triatlo: forma\u00e7\u00e3o e desporto para todos<\/strong><\/h3>\n<p>Um olhar mais abrangente para outras \u00e1reas urgentes como a Forma\u00e7\u00e3o e o \u2018Desporto para Todos\u2019 abriu novas perspetivas. Logo em 2017 iniciou-se o projeto da forma\u00e7\u00e3o cont\u00ednua de treinadores que, a par da atualiza\u00e7\u00e3o da aprendizagem, permitiu atribuir cr\u00e9ditos para renova\u00e7\u00e3o de c\u00e9dulas.<\/p>\n<blockquote><p><strong>\u00abApesar do esfor\u00e7o que fizemos na organiza\u00e7\u00e3o de forma\u00e7\u00f5es de curta e longa dura\u00e7\u00e3o, a reestrutura\u00e7\u00e3o do modelo do IPDJ de certifica\u00e7\u00e3o de treinadores levou-nos de uma realidade de cerca de 250 treinadores para 91 em 2018, ap\u00f3s a reestrutura\u00e7\u00e3o. Contudo, cri\u00e1mos novos cursos e fizemos uma aposta muito forte nesta \u00e1rea o n\u00famero de treinadores \u00e0 data de hoje \u00e9 j\u00e1 superior a 280\u00bb,<\/strong> diz Vasco Rodrigues.<\/p><\/blockquote>\n<p>O Paratriatlo foi outra das propostas introduzida, n\u00e3o apenas como des\u00edgnio e obriga\u00e7\u00e3o da FTP, mas porque havia clubes interessados em desenvolver um trabalho significativo nesta \u00e1rea incluindo popula\u00e7\u00f5es que podiam marcar a diferen\u00e7a. A capta\u00e7\u00e3o do Filipe Marques, um jovem que era poss\u00edvel alcan\u00e7ar resultados internacionais, superou as expetativas:<\/p>\n<blockquote><p>\u00ab<strong>Ele esteve \u00e0 porta dos Jogos Paral\u00edmpicos, obteve-se a primeira medalha nacional num Campeonato da Europa e fomos 5.\u00ba nos mundiais, reunindo-se todas as condi\u00e7\u00f5es para marcar presen\u00e7a em 2024 em Paris. Criaram-se condi\u00e7\u00f5es para fazer do Paratriatlo uma realidade\u00bb,<\/strong> explica Vasco Rodrigues.<\/p><\/blockquote>\n<p>A outra \u00e1rea do Desporto para Todos vinha a delinear-se com o projeto do TriTry, uma aposta que ficou comprometida com a pandemia, uma vez que durante ano e meio n\u00e3o foi poss\u00edvel organizar provas para n\u00e3o federados. O projeto do TriTry foi acompanhado pela prova de inicia\u00e7\u00e3o, o My Triathlon Experience, competi\u00e7\u00e3o que se apresenta como uma op\u00e7\u00e3o para os atletas que pretendem experimentar Triatlo, muitos deles a nadar, pedalar e correr pela primeira vez.<\/p>\n<blockquote><p>\u00ab<strong>Apesar do sucesso, n\u00e3o conseguimos reeditar o My Triathlon Experience. Quem experimenta percebe que afinal n\u00e3o \u00e9 assim t\u00e3o dif\u00edcil dissipando alguns receios iniciais. Quanto ao TriTry fizemos as abordagens que tiveram feedback positivo de alguns Munic\u00edpios, acabando por n\u00e3o avan\u00e7ar pela incerteza da pandemia. Ainda assim, existe o TriJamor, o Centro de \u00c1guas Abertas e o Correr Lisboa que vai avan\u00e7ar muito brevemente em Lisboa e Odivelas<\/strong>\u00bb.<\/p><\/blockquote>\n<h3><strong>O Desporto Escolar<\/strong><\/h3>\n<p>Apesar de ainda n\u00e3o estar a funcionar em pleno, a Federa\u00e7\u00e3o reinventou o seu projeto de Desporto Escolar em 2020, j\u00e1 com a realiza\u00e7\u00e3o bem-sucedida de algumas a\u00e7\u00f5es realizadas.<\/p>\n<blockquote><p><strong>\u00abAp\u00f3s v\u00e1rias tentativas no passado, a FTP avan\u00e7ou finalmente com um projeto estruturado para que os mais jovens tivessem o primeiro contacto com o Triatlo\/Duatlo de forma natural, tal acontece com outras modalidades que se encontram mais enraizadas no seio da comunidade escolar\u00bb,<\/strong> esclarece Vasco Rodrigues.<\/p><\/blockquote>\n<p>O projeto estruturado da FTP aliada \u00e0 disponibilidade das escolas, clubes e munic\u00edpios conseguiu colocar o projeto em andamento e, s\u00f3 neste in\u00edcio de ano letivo, j\u00e1 quase 2 mil estudantes tomaram contacto com a pr\u00e1tica do Triatlo.<\/p>\n<p>A FTP j\u00e1 assinou protocolos com o Munic\u00edpio de Lagoa, segue-se Sintra e Alhandra e o Norte encontra-se com uma tr\u00edade muito interessante que junta os Munic\u00edpios de Lousada, Paredes e Penafiel, existindo a\u00e7\u00f5es de Triatlo em Oliveira do Hospital e Montemor-o-Velho.<\/p>\n<blockquote><p>\u00ab<strong>Com os tr\u00eas grupos de equipa por zona a constituir-se como uma realidade, temos condi\u00e7\u00f5es de organizar um calend\u00e1rio regional a funcionar, o que j\u00e1 acontece em Lisboa e na \u00e1rea do Vale do Sousa com Penafiel, Lousada e Paredes\u00bb, explica o presidente cessante da FTP. <\/strong><\/p><\/blockquote>\n<p>Criada a din\u00e2mica, ser\u00e1 necess\u00e1rio continuar a apostar no Desporto Escolar, um pilar fundamental para o crescimento da modalidade.<\/p>\n<h3><strong>Reflex\u00f5es finais<\/strong><\/h3>\n<p>A diversifica\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica do Triatlo teve como principal objetivo deste mandato trazer mais pessoas para a modalidade, com um crescimento de atletas federados de quase 1000 atletas ao longo do mandato, o que, apesar da pandemia, representa um aumento l\u00edquido de 38,7%. \u00c9 obriga\u00e7\u00e3o da FTP criar condi\u00e7\u00f5es m\u00ednimas para realizar provas com um quadro competitivo justo e apropriado, mas criando espa\u00e7o para surgirem organiza\u00e7\u00f5es privadas apoiadas pela entidade federativa.<\/p>\n<p>A realidade \u00e9 que a Federa\u00e7\u00e3o consegue alcan\u00e7ar poucas marcas de financiamento, mesmo com toda a comunica\u00e7\u00e3o adjacente, mas existe um interesse crescente da parte dos Munic\u00edpios em dinamizar a sua regi\u00e3o com o Triatlo, modalidade que valoriza as suas condi\u00e7\u00f5es naturais: os triatletas mostram todo o potencial da regi\u00e3o ao nadarem em rios, lagoas ou praias, ao pedalarem nas ruas ou trilhos e ao correrem nos pared\u00f5es ou passeios mar\u00edtimos.<\/p>\n<p>Desta forma, aumentou-se significativamente o investimento municipal (em 2016 foi de 190.000\u20ac e em 2019 o valor era j\u00e1 de\u00a0 439.000\u20ac). O financiamento dos pilares da FTP foi assegurado, com um crescimento do apoios do IPDJ e do COP, fruto do crescimento de provas e do lan\u00e7amento de provas internacionais em Portugal que tanto prest\u00edgio nos trouxe, como a \u00fanica Prova de Qualifica\u00e7\u00e3o Ol\u00edmpica direta ou o Campeonato Mundial de Juniores. O ano de 2019 fechou com um rendimento de um milh\u00e3o e oitocentos e setenta e cinco mil euros, o que representa um aumento de cerca de 600.000\u20ac, ou 54%, na capacidade de investimento da FTP em tr\u00eas anos. \u00c9 importante, tamb\u00e9m, referir os outros investidores, dos quais se destaca os Jogos Santa Casa, cujo apoio financeiro tem crescido todos os anos e igualmente o regresso do apoio financeiro e material da Onda. A estes junta-se o apoio da Vitalis que se revelou importante para a realiza\u00e7\u00e3o de provas.<\/p>\n<blockquote><p><strong>\u00abComo notas finais sinto-me realizado quando olho para o meu Programa Eleitoral e constato que o que n\u00e3o fizemos do plano inicial deix\u00e1mos alinhavado, o que me deixa de consci\u00eancia tranquila. Mantive o foco e cumpri os objetivos a que me propus. N\u00e3o posso deixar de dizer que iniciei em perda porque n\u00e3o tinha ao meu lado os meus dois pilares, David Vaz e Nuno Dias, os quais me fizeram muita falta. Espero deix\u00e1-los minimamente orgulhosos\u00bb,<\/strong> concluiu Vasco Rodrigues que refor\u00e7a tamb\u00e9m as amizades que construiu no Triatlo. \u00ab<strong>Acabei por encontrar um grande n\u00famero de pessoas muito interessantes. Pessoas de clubes que t\u00eam, quanto a mim, uma atitude correta de estar, que premeiam mais a forma\u00e7\u00e3o e integridade dos atletas do que os resultados. As pessoas mais especiais foram aquelas que trabalham c\u00e1 e se mantiveram mesmo com o trabalho que era necess\u00e1rio ser feito, com a quantidade de provas que ainda est\u00e1 sob a nossa responsabilidade. Fiz amigos para a vida<\/strong>!\u00bb<\/p>\n<p>O presidente que agora deixa a Federa\u00e7\u00e3o de Triatlo de Portugal endere\u00e7a os seus votos de muito sucesso ao pr\u00f3ximo executivo e ao novo presidente S\u00e9rgio Dias, deixando ainda uma mensagem final. \u00ab<strong>\u00c9 preciso ter consci\u00eancia que todos aqueles que aceitam o desafio de integrar a FTP o fazem da melhor forma que podem e sabem. A responsabilidade social de todos torna-se fundamental para o crescimento saud\u00e1vel da modalidade. <\/strong><strong>\u00a0<\/strong><\/p><\/blockquote>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Rescaldo dos cinco anos de mandato da Federa\u00e7\u00e3o de Triatlo [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":8439,"featured_media":75153,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.federacao-triatlo.pt\/ftp2015\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/75152"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.federacao-triatlo.pt\/ftp2015\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.federacao-triatlo.pt\/ftp2015\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.federacao-triatlo.pt\/ftp2015\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8439"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.federacao-triatlo.pt\/ftp2015\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=75152"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.federacao-triatlo.pt\/ftp2015\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/75152\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.federacao-triatlo.pt\/ftp2015\/wp-json\/wp\/v2\/media\/75153"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.federacao-triatlo.pt\/ftp2015\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=75152"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.federacao-triatlo.pt\/ftp2015\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=75152"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.federacao-triatlo.pt\/ftp2015\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=75152"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}